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Despertando idéias!


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Este blog foi para:

www.despertandoideias.blogspot.com

 

Enjoy!



Escrito por Juliana Fernandes às 16h14
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Leis de Murphy



"Todo corpo mergulhado numa banheira faz tocar o telefone.
A informação mais necessária é sempre a menos disponível.
O pessimista se queixa do vento, o otimista espera que ele mude, o realista ajusta as velas e quem conhece Murphy não faz nada.
A probabilidade do pão cair com o lado da manteiga virado para baixo é proporcional ao valor do carpete.
O gato sempre cai em pé.
Não adianta amarrar o pão com manteiga nas costas do gato e o jogar no carpete. Provavelmente o gato comerá o pão antes de cair em pé.
A fila do lado sempre anda mais rápido.
Se você está se sentindo bem, não se preocupe. Isso passa.
Se a experiência funcionou na primeira tentativa, tem algo errado.
Mais vale um pássaro na mão do que um voando sobre a nossa cabeça.
Por mais tomadas que se tenham em casa, os móveis estão sempre na frente.
Existem dois tipos de esparadrapo: o que não gruda, e o que não sai.
Uma pessoa saudável é aquela que não foi suficientemente examinada.
Você sempre acha algo no último lugar que você procura.
Toda partícula que voa sempre encontra um olho.
Os primeiros 90% de uma tarefa demora 90% de tempo a executar. Os restantes 10% demora outros 90%.
Uma gravata limpa atrai sempre a sopa do dia.
Conclusão é o ponto onde você ficou cansado de pensar.
Se está escrito Tamanho único, é porque não serve em ninguém.
Se algo é confidencial, será esquecido na máquina de xerox.
Se o conserto ficou perfeito, e porque você usou a ferramenta errada.
Todo arame cortado no tamanho indicado será curto demais.
As peças que sempre exigem manutenção estarão colocadas nos lugares mais inacessíveis.
Qualquer equipamento coberto por uma garantia, deixará de funcionar logo após a garantia expirar.
Você sempre encontrará o defeito no último lugar em que procurar.
Não e possível sanar um defeito antes das 17 e 30h da sexta-feira
O defeito será facilmente sanado as 9 e 01h da segunda-feira.
 
Retirado de: www.ovodecoruja.blogspot.com


Escrito por Juliana Fernandes às 12h42
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Reflexo


Pertenço a mim, pertenço a você e não pertenço a ninguém.

Sou daqui, sou dali e não sou de lugar nenhum.

Vejo de olhos fechados e escuto de olhos bem abertos.

Encontro o lugar ideal ainda sabendo que jamais darei fim a caça.

Escuto o mudo grito da humanidade por conta da minha alta sensibilidade.

Existo no meu universo e também existo no seu, em pessoa ou em pensamentos.

Escrevo sobre assuntos já expostos e também sobre segredos obscuros, escondidos até de mim.

Sorrio com os amarelos e vermelhos e ao mesmo tempo choro com os cinzas e negros.

Sou fogo, sou ar, sou como a complexidade do mar.

Tenho uma alma incansável que pelo menos sabe que pertence ao diverso espectro humano.

Talvez somente ela seja o meu mais íntimo reflexo.


Luciana B. Veit


Escrito por Juliana Fernandes às 13h39
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Ser adulto...

Sempre acho que namoro, casamento, romance tem começo, meio e fim. Como tudo na vida. Detesto quando escuto aquela conversa:

- 'Ah, terminei o namoro...'

- 'Nossa, quanto tempo?'

- 'Cinco anos... Mas não deu certo...acabou.'

- 'É, não deu...?'

Claro que deu! Deu certo durante cinco anos, só que acabou.

E o bom da vida, é que você pode ter vários amores.

Não acredito em pessoas que que se complementam. Acredito em pessoas que se somam.

Ás vezes ele é fiel, mas não é bom de cama.

Ás vezes ele é carinhoso, mas não é fiel.

Ás vezes ele é atencioso, mas não é trabalhador.

Ás vezes ela é malhada, mas não é sensível.

Tudo nós não temos.

Perceba qual o aspecto que é mais importante e invista nele.

Pele é um bicho traiçoeiro.

Quando você tem pele com alguém, pode ser o papai com mamãe mais básico que é uma delícia.

E as vezes você tem aquele sexo acrobata, mas que não te impressiona...

Acho que o beijo é importante...e se o beijo bate...se joga...senão bate...mais um Martini,por favor... e vai dar uma volta.

Se ele ou ela não te quer mais, não force a barra.

O outro tem o direito de não te querer.

Não lute, não ligue, não dê pití.

Se a pessoa tá com dúvida, problema dela, cabe á você esperar ou não.

Existe gente que precisa da ausência para querer a presença.

O ser humano não é absoluto. Ele titubeia, tem dúvidas e medos mas se a pessoa REALMENTE gostar, ela volta.

Nada de drama.

Que graça tem alguém do seu lado sob chantagem, gravidez, dinheiro, recessão de família?

O legal é alguém que está com você por você.

E vice-versa.

Não fique com alguém por dó também.

Ou por medo da solidão.

Nascemos sós. Morreremos sós. Nosso pensamento é nosso, não é compartilhado.

E quando você acorda, a primeira impressão é sempre sua, seu olhar, seu pensamento.

Tem gente que pula de um romance para o outro.

Que medo é este de se ver só, na sua própria companhia?

Gostar dói.

Você muitas vezes vai ter raiva, ciúmes, ódio, frustração.

faz parte. Você namora um outro ser, um outro mundo e um outro universo.

E nwm sempre as coisas saem como você quer.

A pior coisa é gente que tem medo de se envolver.

Se alguém vier com este papo, corra, afinal, você não é terapeuta.

Se não quer se envolver, namore uma planta. É mais previsível.

Na vida e no amor, não temos garantias.

E nem todo sexo bom é pra namorar.

Nem toda pessoa que te convida pra sair é pra casar.

Nem todo beijo é pra romancear.

nem todo sexo bom é pra descartar. Ou se apaixonar. Ou se culpar.

Enfim... quem disse que ser adulto é facil?

 

 

Autor desconhecido



Escrito por Juliana Fernandes às 16h36
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A Seta e o Alvo

Eu falo de amor à vida
Você, de medo da morte
Eu falo da força do acaso
E você, de azar ou sorte

Eu ando num labirinto
E você numa estrada em linha reta
Te chamo pra festa
Mas você só quer atingir sua meta
Sua meta

É a seta no alvo
Mas o alvo, na certa, não te espera

Eu olho pro infinito
E você de óculos escuros
Eu digo: "te amo"
E você só acredita quando eu juro

Eu lanço minha alma no espaço
Você pisa os pés na terra
Eu experimento o futuro
E você só lamenta não ser o que era
E o que era?

Era a seta no alvo
Mas o alvo, na certa, não te espera

Eu grito por liberdade
Você deixa a porta se fechar
Eu quero saber a verdade
E você se preocupa em não se machucar

Eu corro todos os riscos
Você diz que não tem mais vontade
Eu me ofereço inteiro
E você se satisfaz com metade

É a meta de uma seta no alvo
Mas o alvo, na certa, não te espera
Então me diz qual é a graça
De já saber o fim da estrada
Quando se parte rumo ao nada?

Sempre a meta de uma seta no alvo
Mas o alvo, na certa, não te espera
Então me diz qual é a graça
De já saber o fim da estrada
Quando se parte rumo ao nada?

 

Paulinho Moska



Escrito por Juliana Fernandes às 12h48
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°Procure escolher bem as pessoas de sua vida.
Opte por aquelas que lhe despertem loucura, mais do que pelas que lhe trazem conforto.
A loucura faz com que as pessoas se movam. O conforto pede um edredom.


°°Permitir-se a extrema imperfeição diante dos supostos perfeitos também fortalece.
Pobres aqueles que querem comprar sua fraqueza e não podem lhe oferecendo apenas um desdém em falsa moeda...

 


°°°Penso que as vezes é bom deixar o senso crítico em casa e manter-se aberto ao simples contemplar, mas para isso é preciso estar atento e com coragem para gostar e deixar de gostar do que ontem era o avesso.

 


°°°°As pessoas que passaram não foram mais ou menos importantes pela ausência presente.
O presente sim é importante em si, com quem ou sem "quem", pois o que se vive vira pele e as pessoas o seu suor. Transpirar é renovar. Também.

 


°°°°°Loucos não tem noção de que o são. Então os que se auto-denominam loucos seriam apenas egos em estado de decomposição?Bom, lembrai que dos detritos podemos fazer uma bela horta.

 


°°°°°°Eu, não tenho amigos verdadeiros. Tenho o que a ocasionalidade da vida me permitem ter, por menor, pobre e barato que isso me pareça ser. Tenho momentos que me permitem ser quem eu sou, momentos que me permitem ser quem tenho coragem e momentos que nada seriam se eu pudesse me livrar do existencialismo outrora. Meus amigos, creio eu, assim também o são. A amizade surge nos raros momentos em que nós nos somos e só.

 


°°°°°° Salve os que declaram seus desejos, seus deslizes, seus dissabores, seus disparates, seus amores-feios-de-beira-de-estrada. Salve aos que têm opinião até mesmo quando essa tem importância a quem realmente deve ter além de si. Salve aos que tem coragem. Pena que a minha eu sempre acabo esquecendo em algum beco...será que passamos pelo mesmo lugar?

CRÉDITOS Á: www.feldabocaemel.blogspot.com



Escrito por Juliana Fernandes às 18h30
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Presente!

Hoje a gente faz 8 meses...

Quase 3 estações

Quase uma gestação.

E o presente que recebi foi a sua ausência.

Chegou bem rápido!

Embrulhada com papel de indiferença

E com um laço bem grande de frieza.

Ao abrir o pacote não achei o cartão da consideração... Este faltava...

Fiquei ali sentada olhando meu presente

Estupefata com o q ganhei.

Não sabia se ria ou se me debulhava em lágrimas.

Bem, retirei a tua ausência do embrulho tão engenhoso.

E me abracei á ela

Comemorando meus... MEUS 8 meses

Como foi surpresa o presente

Não soube o que fazer com ele

Enterrei-o bem longe num jardim

Pois o cheiro me incomodava um pouco

Tal bom preparo.

Mas ele insiste e sair e me perseguir

Vou ter que me acostumar com seu presente.

Talvez se eu não der muita importância á ele

Ele vá embora.

Ou talvez fique de vez!

Muito obrigada!

 



Escrito por Juliana Fernandes às 23h23
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Pra ele!!!

Não importa quantas pedras hei de achar em nosso caminho
Jamais deixarei de amá-lo
Não importa por quantos caminhos andarei perdida
Andarei com fé porque sei que vc estará ali para guiar-me
Não importa por quantas vezes me dê vontade de chorar
Porque sei que vc estará lá para não deixar minhas lágrimas caírem.
Não importa se mil pessoas queiram apedrejar-me
Sei que tu te farás escudo para que nada me atinja.
E assim, protegida por um anjo, guiada por mãos sábias
Me sinto na mais bela vivência
De um amor puro, sem angústias, sem medos.
Amor que vive a mais bonita alegria
A mais bonita tranqüilidade de se amar
De forma sincera e leal!
Ficam registrados o meu maior respeito, lealdade e fidelidade.
Por um homem que me faz feliz todos os dias das mais variadas formas.
Por um homem que me faz sorrir ao acordar
Pelo simples fato de encontrar seus olhos ao amanhecer.
Te amo pelo que vc é!


Até o fim dos tempos!

Escrito por Juliana Fernandes às 17h26
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Retrospectiva 2007

Fim de ano, época de lembrar o q fizemos durante o mesmo. De bom e de ruim, o q cumprimos e o q esquecemos sem querer ou por querer. Vamos ao balanço:

Início de 2007 emprego novo

Mágoas curadas, mas raivas guardadas, fiz novos amigos, senti novos amores, senti decepções, entrei numa nova faculdade, conheci mais gente, saí com gente mto mais velha, me sobressai num grupo, falei mto em público, conquistei, desconquistei, ri até a barriga doer, chorei pouco. Ouvi mais música que o normal, beijei até fora dos limites, me arrisquei, experimentei o q me deu vontade, passei carnaval na Lapa, bebi toda vodca q tinha, fui virada pro trabalho, dormi em cima do teclado. Vi a Mocidade ensaiar, desmaiei de tanto sambar. Conheci um infinito de gays. Afastei alguns conhecidos indesejados, li muitos livros, vi muitos filmes, fui mto ao cinema, fui ao teatro. Aprendi a perdoar. Achei coisas q perdi, achei amigos q não via há décadas. Ganhei meu amor de volta. Aprendi a ceder, voltei a sonhar com os olhos abertos, ganhei presentes, fiz as pazes com uma criança, ganhei amor d uma criança. Conheci pessoas sensacionais, vi meu time ser roubado, perdi apostas (muitas), tirei 10 em algumas provas, fui reprovada em filosofia. Tive beijo roubado, ouvi declaração de amor, briguei, ganhei afilhada, troquei de curso, conheci mais gente, me fantasiei, fiquei bêbada algumas vezes, tive ressaca e ri de mim sozinha, quase tive um filho (quaaaaaaaase).Recebi mais de 300 mensagens de texto. Ganhei mais uma família, viajei mais do q esperava. Conheci lugares diferentes. Senti ciúmes, sentiram ciúmes de mim. Senti saudades até chorar, ouvi alguém se declarar. Vi estrelas demais, fiz amor demais. Fui feliz demais. Larguei o meu emprego, fui feliz á beça. Deixei o cabelo crescer, perdi a vergonha d cantar. Engessei o braço, ralei joelho, subi o Cristo, parei de fumar. Ainda não aprendi a andar de bicicleta.

Disse eu te amo, ouvi eu te amo d quem eu esperei a existência toda para ouvir.

Saldo final: mais q positivo. Apesar de pequenas tristezas, decepções e ter gastado mais dinheiro q deveria, cheguei ao final do ano satisfeita com seu percurso.

Q 2008 seja fantástico!



Escrito por Juliana Fernandes às 23h55
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Através do espelho

Ele se via nela, ela se via nele
Mas não se tocavam...
Ela em um mundo, ele em outro
Ansiando o toque das mãos, a respiração no rosto
Um abraço, uma fusão.
Através do espelho ficaram...
O choro de um, a serenidade do outro
O sentimento de um, a frieza do outro
O oculto e a intensidade
As palavras e o silêncio
Através do espelho se olham
Através do espelho se comunicam
Ele vem ou ela vai?
Acho que não sei atravessar o espelho
Acho que não consigo sair do espelho.

 

Juliana Fernandes



Escrito por Juliana Fernandes às 19h00
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Perceba

Ao entrar em contato consigo mesma descobriu coisas que desconhecia. Figuras estranhas, sentimentos esquecidos, coisas que nunca tinha visto. Encontrou jogado em um canto qualquer um pedaço de não-sei-o-que simpatizou no início, gostou de manusear, se sentiu feliz porém ao descobrir lados diferentes e por desconhecer certa forma, atirou longe assustada e confusa. Em seu caminho por esse cômodo cheio de coisas desconhecidas, tropeçou em baús, gavetas velhas e se deparou de frente para uma grande janela colorida, exibindo cores desconhecidas, tons brilhantes e uma cortina esvoaçante que balançava ao embalo de um vento que nem ela sabia de onde vinha. Puxou as cortinas e com um leve toque nos trincos da janela abriu-a. Imediatamente uma chuva de flores invadiu o ambiente trazendo o aroma da primavera e o frescor do outono, os raios de sol puderam então penetrar naquele ambiente tão estranho. Ela sentou em uma cadeira e ficou a observar aquele movimento por trás da janela. Flores, árvores, pássaros e borboletas, tudo parecia dançar harmoniosamente. Uma suave melodia entoava o local fazendo-a fechar os olhos e somente sentir as vibrações, os sons, o aroma. Sentiu-se tão inebriada por aquelas imagens e sensações que quis pular a janela e tocar aquilo tudo sentir-se dentro de uma linda paisagem, com flores e borboletas. Neste momento todas as coisas estranhas que conheceu dentro de seu interior que lhe pareceram tão estranhas e incomuns começaram a chegar perto dela e a puxar para seu lugar, tentando impedi-la de pular a janela tão fascinante. Aquele pedaço de não-sei-o-que por mais rude e bruto que parecesse começou a se mostrar bonito e suave, uma imagem tão bonita quanto á da janela. Ela espantou-se, queria chegar perto, mas almejava mais. Queria mais emoção, mais cor, mais fantasia, mais flores. Num impulso extasiado ela pulou e caiu em firme grama verde. Com seu sorriso mais bonito, levantou e correu pelo gramado, brincou com as borboletas, cantou com os pássaros, se enfeitou com as flores. Se banhou em riachos, se secou ao sol. Sorriu. Sorriu. Passou dias mergulhada em intensa magia, vendo dia virar noite, vendo noite virar dia. Certa manhã quis voltar á seu cômodo de estranhezas, e quando tocou a janela, esta tinha virado uma parede de vidro, que só permitia que ela pudesse ver o seu outro lado. As peças com sua extrema estranheza se encaixavam entre si e faziam um par perfeito, onde a estranheza de uma coisa se completava com a beleza da outra. O desespero a acometeu. A melodia já virara um grito ensurdecedor, o aroma já não era tão agradável, os pássaros já não faziam mais tanta diferença. Queria voltar. Não podia voltar. O que de tão intenso lhe parecia belo agora já não lhe interessava mais. Ao observar seu mundo estranho através do vidro, viu seu pedaço de não-sei-o-que na sua melhor forma, exibindo sua pompa e sua suavidade e descobriu que era o amor em sua forma verdadeira, que esteve sempre ao seu lado, mas não podia ver porque estava fixada no amor de uma forma divina, exposta, explícita, amiúde. Agora estava presa dentro do seu próprio sonho que virou pesadelo. Nunca quis por tanto voltar á sua estranheza, ao seu mundo real.

O amor não precisa ser tão assim, ser tão assado. Ela quis tocá-lo, quis entrar e se aprisionou. Amor é para se sentar de frente para janela fechar os olhos e sentir, somente sentir. Seu mundo estranho lhe era perfeito e ela não descobrira a tempo. Às vezes a forma mais bruta ao teu lado pode lhe proporcionar o mais divino e verdadeiro amor. Feche os olhos... Perceba, o amor tem várias facetas.



Escrito por Juliana Fernandes às 14h37
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Filosofia de buteco

Fui num bar hj comprar um sanduíche pois não estava afim de jantar. Chegando lá sentei numa mesa junto a um senhor tomando uma pinga cujo cheiro já estava passeando no meu cérebro. Enquanto a moça fazia meu X-Tudo eu e o velho pinguço começamos a papear. Ele falava sobre relacionamento, amizade e comodidade. E então veio essa frase:

"Em uma mesma mão temos cinco dedos e nenhum é igual ao outro, só encontraremos outro bem similar no lado oposto da mesma."

 

Velho Barreiro não é só uma garrafinha bonita..é muita cuca no lance....rsrsrrss



Escrito por Juliana Fernandes às 00h14
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Sem mais

E ali ficou observando a chama crepitar diante de si, sem saber onde começou nem quando terminaria. Só desejava misturar-se ás cinzas no final. As ondas molhavam seus pés, que um dia caminharam todo o mundo, mas que jamais encontraram seu próprio caminho. Olhava cada onda quebrar do mesmo modo que seus sonhos quebravam como um filme em sua mente. Sentia o vento esvoaçar seus cabelos e acariciar sua pálida pele levando com ele seu último pingo de sanidade. E de joelhos para o mar chorava sem cessar, como se a alma fosse lhe escapar pelos olhos. Ali ficaram suas lembranças, ali ficaram suas tristezas e alegrias. Despiu-se diante da cálida noite e entregou seu corpo ao mar... Seus cabelos moviam-se lenta e harmoniosamente sob as águas enquanto flutuava cantando uma bela canção final. A bruma da noite fazia o cenário, o fogo e as ondas entoavam sua canção. Como uma sereia flutuou no mar... Como um tesouro afundou... Fechando os olhos, abrindo a alma. Só a canção ecoou. E a noite silenciou. A chama se apagou.

Viveu como se nunca houvesse morte. Morreu como se nunca tivesse vivido.

 

 

Juliana Fernandes



Escrito por Juliana Fernandes às 23h56
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Frases soltas....

Aposte todas as suas fichas. Seja um apostador! Arrisque tudo,

pois o momento seguinte não é uma certeza. Então, por que se

importar com ele? Por que se preocupar? Viva perigosamente, viva com

prazer. Viva sem medo, viva sem culpa. Viva sem nenhum medo do

inferno ou sem ansiar o céu. Simplesmente viva.

 

O medo da morte não é o medo da morte, é o medo de não se

sentir realizado. Você vai morrer e descobrir que não experimentou

nada, absolutamente nada, ao longo da vida — nenhuma

maturidade, nenhum crescimento, nenhum desabrochar.

Você chegou de mãos vazias e está partindo de mãos vazias. Esse

é o medo.

 

Esqueça essa história de querer entender tudo. Em vez disso,

viva. Em vez disso, divirta-se! Não analise, celebre!



Escrito por Juliana Fernandes às 21h41
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Eu

O que sou? Quem sou? Sei lá...Prefiro me descobrir todos os dias, quando perco meu olhar nas estrelas, quando me misturo entre as flores, quando me inundo com o sol, quando vôo ao escutar uma música. Quando sonho..seja de olhos abertos ou fechados.

Sou um paradoxo solto, perdido num mundo de idéias vez por outra antagônico.

Meu combustível infindável: o fio do meu pensamento que nem eu sei onde começa e muito menos onde vai terminar.

Já pensei ficar louca embaralhada com tantas perguntas e possíveis respostas que às vezes no segundo seguinte tornaram-se apenas tolices.

Sou uma hipérbole de mim mesma. Com tal exagero que me desconheço às vezes. Mas se eu não fosse esse exagero será que seria eu mesma? Ou seria apenas uma pessoa comum? Será que sou comum? Quem sabe o que é comum?

Enquanto pessoas viajam tranqüilas dentro de seu ônibus rotineiro rumo ao seu trabalho rotineiro, minha mente embarca em outra viagem dentro desta viagem.

Às vezes não consigo sair e me perco em mim mesma.

O que é certo? O que é errado? Afinal... Será que isto existe mesmo?

Falam por aí em trilhar caminhos retos... Eu prefiro os atalhos laterais, talvez levem ao mesmo fim, e posso ver outros visuais, sorrir de outro jeito. Mas e se ele não levar ao mesmo final? Ao fim da estrada? Será que era melhor eu pegar a estrada reta???

Mas... espere!!! Quem disse que eu quero chegar ao final? Eu não disse isso!

Todo mundo faz coisas pensando no final, e dizem que tudo tem um começo, um meio e um fim. Não sei disso não. Eu prefiro me perder no meio. Para que chegar ao fim? Prefiro me divertir no meio das coisas, na multidão. E se eu quiser para? Pego outro atalho, paro, sento no meio da minha floresta e silencio minha mente e assim não escuto mais nada, nem minhas pobres loucuras. Levanto-me e vou pulando para outro meio.

Aí certa vez ouvi: Mas a morte é o fim. E respondi: Você já morreu pra saber?

Bem, meu mundo é feito de possibilidades, excesso de pensamentos, explosões emocionais, idéias loucas... (Loucas? Mas quem sabe o q é loucura?). Pelo menos eu posso voar...

E eu sou um misto disso tudo.

Talvez nem exista um eufemismo para suavizar-me. Meu cérebro se resume numa fusão de surrealismo e realidade paralela, onde tudo é possível. Até você é possível...se é que me entende...

 

Juliana Fernandes  (abrindo a cabeça vagarosamente....)



Escrito por Juliana Fernandes às 19h43
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